O seu plano é médico ou de saúde?
22 fevereiro, 2008 | por Vladimir Melo |O blog Efetividade.net, de Augusto Campos, divulgou um blog sobre planos de saúde chamado Meu Plano. Embora os contratantes nunca saibam ao certo de que lado os corretores estão, não me pareceu um blog com terceiras intenções. Resolvi dar um voto de confiança e sugerir uma visita.

Ultimamente, tenho conversado com algumas pessoas sobre os planos de saúde e cheguei à conclusão que existem planos médicos que se consideram de saúde. A grande maioria não cobre Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia, Nutrição, etc… apenas Medicina. E, quando cobrem outras especialidades, têm tantas restrições que não correspondem ao plano de tratamento elaborado pelo profissional. Por isso, recomendo que descubra se o seu plano é médico ou realmente de saúde.
Antes de se encantar com as promoções do blog (mp3 player e monitor LCD), informe-se sobre carências, cobertura, especialidades, rede credenciada e tudo que é realmente importante na hora de contratar um plano de “saúde”. Tenho certeza que vai lembrar de tudo isso quando precisar!
3 Respostas to “O seu plano é médico ou de saúde?”
Por Marcel Souza em 25 fev, 2008 | Responder
Opa! Como vai cara?
Obrigado pela citação do meu blog, nós realmente tentamos ser imparciais (e algumas vezes até somos prejudicados por isso) mas nosso foco é o consumidor mesmo.
É legal trabalhar assim, dá uma sensação de fazer algo pra melhorar a situação hehehe
Abraços cara!!
Até mais
Por Leonardo Ferreira Fontenelle em 21 mar, 2008 | Responder
Além disso, alguns planos de saúde incluem Psicologia, Fisioterapia etc. mas apenas a critério médico.
Além disso, raros planos de saúde incluem medicação. Hoje em dia uma pessoa pode até pegar remédio numa unidade de saúde (pública) com receita de médico particular, mas conseguir medicamento “de graça” pelo plano de saúde é uma verdadeira façanha.
Por Vladimir Melo em 21 mar, 2008 | Responder
Pois é, Leonardo, a questão do Ato Médico está mais presente do que se imagina pela forma como os planos de saúde regulam as autorizações de tratamentos seriados. Infelizmente, ainda por cima encontram a conivência da ANS, que tolera esse tipo de restrição ao próprio beneficiário/consumidor.